Wireframe de baixa fidelidade · Tráfego, visão atração · caixa, linha, rótulo e posição. Sem cor, sem tipografia final, sem dado real: XX, R$ X,XX e DD/MM são marcação. Estado desenhado: recorte parcial, que é o de hoje (o investimento vai mais longe que a leitura de seguidores). Os blocos e a ordem são os de hierarquia/TRAFEGO-ATRACAO.md §1; a legenda ao lado diz a pergunta de cada um.
Cabeçalho (três marcas), menu de seis e botão de tema herdam da Geral. Não são bloco desta tela e não se desenham aqui.
0Barra da telabarra-da-tela · titulo-tela · grupo-opcoes/botao-opcao · seletor-de-turma · botao-icone
Uma tela, três visões, nunca três abas. Título, grupo de visões, seletor de turma, faixa de datas e ↻ são da tela: trocar de visão mantém o recorte, que é a razão de as três morarem juntas. A URL guarda ?tela=trafego&visao=atracao, e ?tela=atracao continua abrindo. Entrada do filtro é a faixa completa de dados, nunca trinta dias escolhidos calado, que é o que a tela de hoje faz. Escolher turma preenche a faixa; digitar data limpa a turma. Turma aqui é recorte de data, não atribuição: a peça de atração roda contínua e não foi comprada para aquela turma, e por isso o recorte se escreve por extenso ao lado. O interruptor Descontar reembolso é da visão Vendas e não existe aqui: atração não tem receita. Nome de conta não aparece: o rótulo é o conceito de negócio.
1Placar da atraçãograde-metricas com 6 cardDeMetrica · anexaComLegendaDoBloco · marca de parcial D8
custo por seguidor recalculado das somas do recorte, nunca média de razões · seguidor líquido é novos menos saídas · investimento é só o papel de atração · teto de R$ 2,00 e gatilho de 3 dias seguidos: ordem do dono.
O cartão 1 é o que manda, e por isso é o único com borda e número maiores; os outros cinco são apoio, e cada um só existe porque muda a leitura dele. O cartão 2 é o gatilho do dono escrito como número, e é o que transforma o gráfico do bloco 2 em decisão: zero ali é zero medido, escrito 0, nunca traço. O cartão 5 fica no placar porque é o único custo que cobre todas as peças: visita ao perfil a Meta mede sempre, seguidor por peça ela recusa em Reels. Impressão, alcance e clique não têm cartão: são apoio e entram na leitura de vídeo, que os usa como denominador. Contagem de peça também não: está na tabela do bloco 3, com o dinheiro do lado. Saem da tela de hoje: o cartão Peças acima do teto (vira contagem na legenda do bloco 3) e os três cartões separados de novos, saídas e líquido, que viram um. O cartão 4 é o dinheiro DO RECORTE, e não é o mesmo número da coluna Investimento acumulado do bloco 3, que é a vida inteira de cada peça: por isso os dois têm nomes diferentes, e a diferença está escrita na legenda do bloco 3.
2Custo por seguidor, dia a diagraficoDeColunas + linha-teto · O GRÁFICO APROVADO, fica inteiro
R$ por seguidor, por dia
N de M dias do recorte com investimento em atração · K acima do teto de R$ 2,00 · maior sequência de S dias, de DD/MM a DD/MM · D dias com investimento e sem leitura de seguidor (a leitura vai até DD/MM).
Este gráfico já foi aprovado pelo dono e fica inteiro, do componente ao eixo esparso. Ele passa nas quatro travas que derrubaram outros desenhos desta série: é HTML e CSS sem biblioteca; é o único gráfico do Radar com um limite de fonte declarada (o teto de R$ 2,00 é ordem do dono e viaja na resposta, ao contrário do teto de CAC da Turma, que saiu da tela por não ter fonte); a pergunta do gatilho é de série, e três dias seguidos não se leem num cartão nem numa tabela ordenada por peça; e ele já declara o vazio em vez de desenhar coluna de altura zero. Muda uma coisa só: passa a existir um terceiro estado de vazio, o dia com investimento e sem leitura de seguidor, que hoje sumiria do gráfico como se não tivesse existido. Com mais de doze colunas a superfície ganha largura mínima e o bloco rola, nunca a página. Sem tabela dia a dia embaixo: o número já está escrito na coluna, e trinta linhas custariam uma tela de celular (escolha 5).
3Peça a peçatabela-responsiva ordenável + rodapeDeTotal · celulaDeLeitura, notaDaCelula, pilula
| Peça | R$ por seguidor ▾ | SeguidoresSeg. | Investimento acumuladoInvest. acum. | R$ por visitaR$/visita | Visitas ao perfilVisitas | Estado |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome da peça | R$ XX,XX | XX | R$ XXX,XX | R$ X,XX | XXX | No ar |
| Nome da peça | R$ XX,XX | XX | R$ XXX,XX | R$ X,XX | XXX | No ar |
| Nome da peça | R$ X,XX | XX | R$ XXX,XX | R$ X,XX | XXX | Pausada |
| Nome da peça | - | - | R$ XX,XX | R$ X,XX | XX | Pausada |
| Nome da peça | - | - | R$ XX,XX | R$ X,XX | XX | Pausada |
| Total | - | XX | R$ XXX,XX | R$ X,XX | X.XXX |
N peças com investimento acumulado · M com leitura de seguidor · K não medíveis pela API (a Meta recusa follows em Reels) · dinheiro, seguidor e visita desta tabela saem da mesma apuração, de DD/MM HH:MM · são acumulados da peça, não do recorte: o cartão Investimento em atração soma R$ XXX,XX de DD/MM a DD/MM e este total soma R$ XXX,XX · seguidores por peça são vitalícios, e não se dividem pelos seguidores novos do recorte · P peças sem investimento acumulado ficaram de fora.
Uma fonte de dinheiro para a tabela inteira, e é ig_seguidores_peca: as sete colunas saem da mesma linha da mesma apuração, e meta_gasto_vigente não entra aqui. O motivo é a conta que o leitor faz na tela: com o dinheiro de uma fonte na coluna 4 e o custo por seguidor de outra, a divisão não fecha (medido: só 2 das 5 peças medíveis, e 2 das 8 no R$ por visita), e a linha de total produziria um R$ por visita que nenhuma linha gera. Com fonte única, coluna 2 = coluna 4 ÷ coluna 3 e coluna 5 = coluna 4 ÷ coluna 6 em todas as linhas, e o total nasce do mesmo dinheiro que está escrito acima dele. A coluna de dinheiro é acumulada da peça, não do recorte, porque a fonte tem uma linha por peça e nenhuma coluna de data: por isso ela se chama Investimento acumulado e não Investimento, para não colidir com o cartão Investimento em atração do bloco 1, que é o recorte. A diferença entre os dois vai na legenda, e as duas janelas vão no rodapé. Ordem padrão: R$ por seguidor, do mais caro para o mais barato, e as sete colunas são ordenáveis. Ordem decrescente não é gosto: peça sem investimento gravada com custo R$ 0,00 (defeito medido hoje na fonte) subiria ao topo numa ordenação crescente e pareceria a peça mais eficiente da conta. Uma coluna de seguidores, não três: a tela de hoje mostra API, tela e divergência, e das 11 peças só 2 são medíveis pela API, que devolveu 0 nas duas contra 9 e 15 da leitura de tela. A regra de nunca somar as duas vias continua: a coluna mostra o valor usado e a nota diz qual via mediu e em que dia. Divergência, quando existir, vai para a legenda. O total não calcula R$ por seguidor de propósito: o custo agregado é o cartão 1, que vem da série diária. Peça sem investimento acumulado não entra, e a legenda diz quantas ficaram de fora.
4Vídeograde-metricas com 4 cardDeMetrica · vira tabela por peça quando a DX entregar
as quatro medidas dependem da leitura de vídeo, que nenhuma rota do Radar entrega hoje: o coletor não pede os campos e video_view chega no vetor de ações e é descartado · alvo do método: Hook Rate mínimo 20% e ideal 30% ou mais, Hold Rate mínimo 5% e ideal 10% ou mais.
Bloco reservado em traço, com um motivo só, como o lugar da pesquisa de satisfação: coluna de fonte declarada e vazia, nunca linha de traços inventada. A auditoria manual de 08/08/2026 prova que a Meta entrega o dado para esta conta, e por peça: as cinco peças de atração vieram com reproduções, ThruPlay e os quartis. Quando a DX ligar isso ao coletor, o bloco vira tabela com uma linha por peça (Peça · Hook Rate · Hold Rate · Tempo médio · Custo por ThruPlay · R$ por seguidor) e estes quatro cartões viram a linha de total. A última coluna é a razão de o bloco existir nesta visão: vídeo bom não é seguidor barato, e na leitura de 08/08 a peça de melhor Hook Rate era a segunda mais cara por seguidor. Sem cor, sem selo e sem linha de meta até o dono decidir se quer a faixa do método desenhada. Body Rate não entra: a terceira taxa do método é sobre compra de ingresso, e peça de atração não vende ingresso, vende o perfil; inventar uma taxa equivalente seria número derivado sem fonte. Vem por último entre os blocos de conteúdo porque vídeo explica por que uma peça está cara, e não adianta explicar antes de a tabela dizer qual está.
5RodapémostraRodape na área de estado desta visão · rodape-carga
N peças · recorte DD/MM a DD/MM · investimento até DD/MM HH:MM · seguidores até DD/MM (lido em DD/MM HH:MM) · peça a peça acumulado até DD/MM HH:MM · atualizado em DD/MM HH:MM
Último bloco, uma linha, na área de estado desta visão: as três leem rotas diferentes e param em horas diferentes, então cada uma tem o próprio rodapé, e erro e limite ocupam a mesma área. O pedaço seguidores até DD/MM é novo e é obrigatório: hoje a leitura de seguidores para dois dias antes do gasto, e sem essa marca o dono leria um custo calculado sobre uma janela mais curta que a do dinheiro. O pedaço peça a peça acumulado até DD/MM HH:MM é a segunda janela de dinheiro, e só aparece quando ela divergir da primeira: o placar e o gráfico andam no recorte, e a tabela do bloco 3 anda no retrato acumulado da peça. Quando os dois pararem no mesmo instante, o rodapé escreve um só. Hoje eles divergem, e é isso que explica o total da tabela não ser o cartão 4. Toda hora escrita aqui é horário de Brasília: campo que chega em UTC se converte antes. A faixa de frescor que hoje fica no topo da tela vem para cá, porque estado de carga é rodapé. Não há bloco de avisos no topo: a marca até DD/MM HH:MM nos cartões, a legenda gerada de cada bloco e esta linha dizem tudo, cada um onde muda a leitura.